vestígios de ti
A noite passada acordei com o teu beijo, descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo; vinhas numa barca que não vi passar, corri pela margem até à beira do mar; até que te vi num castelo de areia, cantavas "sou gaivota e fui sereia"; ri-me de ti "então porque não voas?" e então tu olhaste depois sorriste; abriste a janela e voaste
28 novembro 2013
will you still love me tomorrow
Sinto-me a entrar num emaranhado de mentiras, apesar de ser (in)conscientemente... Porquê dentro de parênteses? Porque apesar de tudo, eu sei...
14 novembro 2013
16 outubro 2013
08 outubro 2013
18 setembro 2013
14 setembro 2013
ESTOU FELIZ!
Graças a ti meu amor!
Bem te avisei, meu amor
Que não podia dar certo
Que era coisa de evitar
Que não podia dar certo
Que era coisa de evitar
Que como eu, devias supor
Que, com gente ali tão perto
Alguém fosse reparar
Mas não!
Fizeste beicinho e,
Como numa promessa
Ficaste nua para mim
Pedaço de mau caminho
Onde é que eu tinha a cabeça
Quando te disse que sim?
Embora tenhas jurado
Discreta permanecer
Já que não estávamos sós
Discreta permanecer
Já que não estávamos sós
Ouvindo na sala ao lado
teus gemidos de prazer
Vieram saber de nós
Nem dei por o que aconteceu
Mas mais veloz e mais esperta
Só te viram de raspão
A vergonha passei eu
Diante da porta aberta
Estava de calças na mão
17 julho 2013
11 julho 2013
28 junho 2013
rídiculo
Usas teorias da loja dos trezentos para evitar conversas sérias. Acho sinceramente que não há necessidade de as usares. As coisas são como são. Bonitas ou tristes. Às vezes questiono-me quem precisa mais de quem, ou se nos precisamos de forma igual.
Deus dá nozes a quem não tem dentes, e tu, mesmo com um quebra-nozes à tua frente não reages. Sempre a mesma apatia, sempre a mesma monotonia. Eu cavo, mas não vejo o fundo. Vou limpando as gotas que vão caindo, mas que tu não vês. Eu bem que insisti, mas ou a pá não presta ou a terra não quer ceder. Das duas uma. Estou cansada...
Deus dá nozes a quem não tem dentes, e tu, mesmo com um quebra-nozes à tua frente não reages. Sempre a mesma apatia, sempre a mesma monotonia. Eu cavo, mas não vejo o fundo. Vou limpando as gotas que vão caindo, mas que tu não vês. Eu bem que insisti, mas ou a pá não presta ou a terra não quer ceder. Das duas uma. Estou cansada...
24 junho 2013
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