chegaste e abalaste a segurança que tinha descoberto entretanto.
por tua causa, questiono mais a razão das coisas , questiono mais o sentido, as coincidências, o destino ...
por tua causa, prefiro ignorar as perguntas de preocupação, de rotina ou de obrigação.
por tua causa, fujo à realidade, a essa crua, nua e insensível fatalidade ...
prefiro fingir que estou num universo à parte, onde tu não chegaste, onde tu não conseguiste destruir ...
abrir os olhos ? ou lançar-me para o verdadeiro e frio mar ? tentar deitar-me abaixo ? ou mostrar-me a realidade ?
"estás bem?" , não não estou ....
beijinho*
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