Qui vir aqui escrever várias vezes durante o dia, no entanto, as palavras não faziam sentido. O meu dia hoje foi péssimo. Magoei-me demasiado, como não queria ter feito.
Estás a ver aquela sensação que se tem quando esmurramos o joelho depois de intermináveis avisos da mãe para usar joelheiras? Sinto-me assim ... e não devia ...
Sempre me quis guardar, não me dar demasiado, não criar dependências ... e apesar de o cérebro estar constantemente a chamar-me a atenção deixei o coração ganhar e deixei-me ir.
Agora, sinto-me sozinha... e eu sei que piores dias virão. Preciso cada vez mais de alguém que partilhe os mesmos sonhos e as ambições de um futuro em conjunto, mas, preciso também de alguém que me veja como o presente. Que defenda o que sente com unhas e dentes. Preciso de um móvel com uma única gaveta aberta que não se feche. No entanto, neste momento a gaveta já empanca, porque a madeira já cedeu de tanto ser aberta e fechada.
Ponho muita coisa em causa , talvez até demais, mas o que é certo é que ponho.
Já não sei nada, e espero bem que a chuva pare, porque gosto de chuva mas não diariamente.
Duas gavetas acabam por fazer o móvel ceder. Se eu consigo, porque é que tu não consegues?
O amor é uma verdadeira treta!
« Pooh, promise you won't forget about me, ever. Not even when I'm hundred.»
Pooh thought for a little.
« How old shall I be then? »
« Ninety-nine.»
Pooh nodded.
« I promise.» he said
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