A noite passada acordei com o teu beijo, descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo; vinhas numa barca que não vi passar, corri pela margem até à beira do mar; até que te vi num castelo de areia, cantavas "sou gaivota e fui sereia"; ri-me de ti "então porque não voas?" e então tu olhaste
depois sorriste; abriste a janela e voaste
18 abril 2012
"im"
Começo a acreditar que não há nada "im". Nada há que seja impossível, impensável, inseparável, indestrutível, inquebrável. Tudo é possível. Até mesmo ...
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