A pressão, a presença, a "constância" tem de ser substituída por uma atitude mais pacífica, mais liberal. Não que eu tenha qualquer tipo de obrigação ou tarefa! Mas acho que agora é o momento. Hoje mesmo.
A noite passada acordei com o teu beijo, descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo; vinhas numa barca que não vi passar, corri pela margem até à beira do mar; até que te vi num castelo de areia, cantavas "sou gaivota e fui sereia"; ri-me de ti "então porque não voas?" e então tu olhaste depois sorriste; abriste a janela e voaste
13 maio 2012
Um dia vamos ver a lua.
Estou com medo. Um medo estranho e nunca antes sentido. Parece que tudo é feito de teias de aranha. Tudo tão frágil. Deparo-me com uma realidade diferente, todo um conjunto de vivências completamente novo. Uma posição que agora tem de ser abandonada. Uma atenção que precisa de ser atenuada.
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