A noite passada acordei com o teu beijo, descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo; vinhas numa barca que não vi passar, corri pela margem até à beira do mar; até que te vi num castelo de areia, cantavas "sou gaivota e fui sereia"; ri-me de ti "então porque não voas?" e então tu olhaste
depois sorriste; abriste a janela e voaste
18 julho 2012
como?
Podias tentar explicar-me como posso não ter medo, como é que posso acreditar nisto.
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