Tu és como um pêndulo. Ora vais, ora vens. Umas vezes, atinges um ponto mais alto em que a vista é fantástica. Outras desces até uma certa altura onde tudo se torna imprevisível e confuso, onde a paisagem não se distingue. Mas como um pêndulo, por vezes ficas numa posição onde nem sobes nem desces. Estás simplesmente apático, estático, ou melhor, isolado e baralhado. Digo eu ... Não conheço o teu relógio.
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