A noite passada acordei com o teu beijo, descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo; vinhas numa barca que não vi passar, corri pela margem até à beira do mar; até que te vi num castelo de areia, cantavas "sou gaivota e fui sereia"; ri-me de ti "então porque não voas?" e então tu olhaste depois sorriste; abriste a janela e voaste
19 junho 2013
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Tenho-te a dizer que adoro o teu blog! Não só pelos sentimentos que transmites; a dor, o amor, a paixão, o desespero... mas também pela intensidade com que te entregas a essa força "imaginária" que te permite escrever desta maneira fabulosa. Não te considero um "espírito rebelde", pelo menos não num sentido injurioso, apenas numa forma maravilhosa, que é a forma como transmites toda essa vivacidade que há em ti! Continua a escrever assim, não tens nada que te retrair, porque nada disto é lamechas, é apenas sentido e único :)
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